quarta-feira, 3 de maio de 2023

Biscoitinho

 Capítulo 5- Biscoitinho

Uma besteira, um biscoitinho para adoçar a boca enquanto toma um café. Escolhi não tomar um um, mas você sim- e com isso ele apareceu junto a sua xicara. Por um gesto de carinho você me dá de presente o pequeno docinho.

Meu primeiro impulso é querer come-lo, mas então decido guarda-lo discretamente na bolsa. Não por desfeita, mas por que quero partilhar ele com você no nosso próximo encontro. Mesmo você não tendo pedido isso.

Carinho com carinho.


Em inglês.

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sexta-feira, 28 de abril de 2023

Com amor, a minha arte.

 Tirando o pó deste belo cantinho da internet.

Quanto tempo desde a ultima vez que eu sentei para escrever para este belo blog. Deve ser por que toda vez que bate uma inspiração de escrever o famoso TEXTÃO PROFUNDO E POÉTICO, eu já estou na minha caminha, coberta e quentinha, a quilômetros do meu querido PC. E como ainda não tomei vergonha na cara para comprar um notebook para mim, as ideias terminam anotadas em algum caderno - e posteriormente esquecidas de serem passadas a limpo. Mas nem tudo fica perdido...

(Alias, se alguém quiser me presentear com um lindo notebook gamer ou um ipad, estamos aqui super abertos para isso hahaha)

Enfim, para reativar este lindo portal de entretenimento exclusivo e original, vou compartilhar por aqui também as tirinhas que faziam parte de um projeto, que acabou sofrendo mudanças- que na maioria dos casos seriam um ótimo motivo pra cancelar e incendiar o projeto todo, mas como tudo o que botei nisso foi sincero e puro, não vejo razões pra fazer isso. Arte feita e inspirada com amor e por amor.

Capítulo I: O aniversário de Van Gogh







Curiosidade: este primeiro capítulo foi concebido para ser lido na ordem que o leitor desejar. Representam memórias universais de uma noite especial, e alias tão universal que eu recebi um caminhão de mensagens do direct falando "mas como vc sabe dessas coisas? eu não te contei!". Ninguém me contou nada, eu apenas traduzi memorias minhas que também podem ser as de qualquer um que guarda em sua mente o carinho e a esperança do coração quentinho.

"Mas porque os quadrados grandes estão em inglês?" Por que eu estou com uma preguiça suprema de salvar a versão em português só pra colocar aqui hahaha


Capítulo II: Praia de Diamantes



Se eu contar que fiquei escutando "Diamonds" da Rihanna em loop enquanto ilustrava essa vocês acreditam? Pois bem, essa é a verdade. Capítulo curto, mas que também gerou mensagens no meu inbox. O final aqui fica na cabeça do leitor. É o meu jeitinho~~


Capítulo III- O presente






Mesmo não parecendo ligado aos dois primeiros capítulos, O Presente faz parte. É um questionamento interno e consciente sobre a vida e sobre o que estamos fazendo com ela. Pegou todo mundo naquele calo que dói. Acidentalmente.

Capítulo IV: Fragrância perfeita



Gastando um bom tempo na loja para escolher o mais cheiroso shampoo que será usado no cabelo para encontrar a pessoa amada. Maneira de dizer "eu te amo" sem uma palavra, sem a pessoa amada estar presente e sem necessariamente ela realmente entender isso de verdade. Eu gosto especialmente de como as cores ficaram neste capítulo. Frescas e confortáveis, como a fragrância deve ser.

Encerro por hoje os textos-tira-pó. Em breve coloco mais capítulos. Sintam-se a vontade de comentar suas impressões, eu fico bem feliz em recebe-las!

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sexta-feira, 11 de outubro de 2019

.:My HALF ILLUSTRATED travel diary:.

Sobre autoconhecimento e criatividade para mim.
Estavam com saudades? 

Momentos felizes me inspiram. 

Começando esse texto de maneira óbvia eu venho contar para vocês sobre meu projeto "My HALF ILLUSTRATED travel diary", que nasceu fluido e sem dor, após as minhas férias de corpo e alma do cotidiano bege.

Eu viajo sozinha. Tem sido um delicioso exercício anual de autoconhecimento. Descobrir novas coisas, novos lugares, novos costumes, um universo de coisas únicas que trazem uma luz incrivel. Este ano não foi diferente, viajei sozinha de novo, mas desta vez sem estar presa a um roteiro fechado de coisas e lugares super pré definidos a fazer- como havia sido nos anos anteriores. 

A passagem de ida e volta e os lugares aonde eu iria dormir: eram as únicas coisas realmente definidas antes de minha jornada começar. De resto, deixei o destino e meus limites físicos (pois foram uma média de 17 km rodados a pé por dia) decidirem o roteiro e as experiências que viriam a seguir no dia. E isso foi um grande acerto. 

Sentir ou compartilhar? 

Como parte do "pacote de relações sociais" modernas, era esperado que eu compartilhasse freneticamente cada passo da minha viagem nas minhas redes, para que meus amigos acompanharem e curtirem tudo e…E foi aí que tive uma epifania sobre mim mesma: compartilhamento frenético e cru não representam o que sou. Não representam em nada a MINHA maneira de ver o mundo, então por quê eu deveria ficar me preocupando em postar loucamente algo que eu sentiria que seria super vazio? (E também tem o fator plano de dados no exterior que é uma coisa louca $$$, mas isso não foi um fator decisivo nesse caso).

Optei por sentir. E mais tarde, quando a onda de energia acalmasse eu iria compartilhar.
Mas como?

Se eu me senti pequena diante da grande fatia de bolo, é assim que vai ser.
 
Fotos ângulos legais com filtrinhos e tals?
Não, definitivamente não.

Eu nas fotos fazendo gracinhas?
Não sou muito de sair em fotos, e eu estava sozinha a maior parte do tempo, então as opções que me restavam era: pedir pra um estranho aleatório tirar a foto pra mim (fiz isso no passado e socorro que VERGONHA) ou selfie (odeio fazer selfie, preciso estar muito na vibe pra isso acontecer. Spoiler: precisa de um alinhamento de planetas para isso acontecer).

Redesenhar ou pintar as fotos?
Definitivamente algo que eu sempre faço, então se não é uma coisa nova, não me motiva tanto.

Sempre o novo.

Foi nesse ponto que nasceu o projeto "My HALF ILLUSTRATED travel diary", que compartilha com o mundo a MINHA maneira de ver e sentir os momentos e experiências misturando fotos com imaginação ilustrada. Essa que no caso toma a minha forma em personagem hahaha. 

Espero que vocês também curtam o resultado o tanto que estou curtindo fazer esse projeto, que sem mais delongas pode ser acompanhado no meu instagram.
:D

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Como artistas flertam


Falo com propriedade.

E minha nossa, só agora que percebi que esqueci de postar as ultimas tirinhas aqui no belíssimo blog. Corrigirei isso em breve :3

segunda-feira, 23 de julho de 2018

O Mutante rei da apropriação espiritual



Todo mundo conhece alguém assim.

Ele escolhe alguém, mas nunca é ao acaso. Essa pessoa tem que ter algo que a ser absorvido, a ser usado. E então começa o processo de mutação de forma: primeiro vem os gostos em comum, que nunca foram realmente em comum, mas o nosso amigo mutante precisa de algum jeito começar a se identificar com o Corpo - vamos chamar assim a pessoa que virá a ser copiada.

"Hahaha sempre quis ir nesse restaurante de peixes defumados" diz o Mutante para o Corpo, que até semana passada era vegano. Ele tem que começar a se conectar não é mesmo?

Ele tem sede de ser o Corpo, mas ignora toda a historia e evolução que foi preciso para aquela pessoa ser o que é hoje. O Corpo gosta de agua com 3 fatias de limão cortadas na lua cheia? Bom, não se admire se o Mutante aparecer com um calendário lunar e um frigobar com limões frescos para ~ocasionalmente~ ter essa bebidinha a mão. Não importa se o Corpo estava bebendo isso por conta de uma gripe, o Mutante precisa mostrar que é como ele.

O Corpo tem personalidade, faz suas escolhas, assume seus erros, cria e evolui sem nunca se perder de si. É a segurança e o autoconhecimento que trazem tudo aquilo que faz o Corpo grande, único e admirável.

O Mutante por sua vez não tem nada disso. Ele só emula. Talvez a sua única constante na vida é não ter a si próprio. Se seus amigos vestem verde, ele veste verde. Se a moda é gostar de pipoca de camarão, ele faz estoques e grita aos quatro cantos o quanto ama a iguaria. Ele realmente não gosta, tolera talvez...Mas precisa mostrar que faz parte daquilo não é?

Em uma roda de amigos se apressa sempre a comentar algo para gerar mais empatia com o Corpo, mesmo que esse comentário seja fruto de apropriação de outro alguém também ali. Ele não se importa, tem que ser o primeiro, ele tem que ser dono daquele Corpo, ele tem que ser alguém....

Mas a única coisa que ele provavelmente nunca vai aprender é que não dá pra ser alguém a não ser si próprio.

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sábado, 9 de junho de 2018

Alerta de conteúdo de qualidade a caminho :B

Passando por aqui para compartilhar primeiro com vocês fiéis leitores deste cafofo virtual a mais nova obra-prima-conteudo-de-qualidade da internet.



Esta belíssima animação que nem o Discovery Chanel ousou criar, mostrando o que aconteceria se os dinossauros voltassem a existir. Aposto que vocês estão impressionados.

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quarta-feira, 21 de março de 2018

Coisas que me fazem desistir de um restaurante

Pra tirar o pó deste cantinho virtual. Estavam com saudades?


Baseado e fatos MUITO reais recentes.
Já conhecem meu instagram ?

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Mitos e fatos #1

Mitos e fatos sobre criar e postar conteúdos assim desenhadinhos e originais nas internets da vida.
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segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Explicando sentimentos antigos com analogias modernas

Olha só quem voltou a fazer tirinhas...talvez, qem sabe, depende da minha vibe e tals. ahahahaha
Sentiram falta?

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quarta-feira, 5 de julho de 2017

A diferença entre amor e paixão

Exatamente assim como eu fiz na tirinha.






Claro, que depois de chegar em casa eu, munida da imagem da thumb na minha cabeça e da temática, fui procurar pela grande internet o video que ela queria tanto me mostrar... E ACHEI.

Se vocês também estão curiosos, toma o video ai:



E assim também conclui que ela não era nenhuma cigana, mas provavelmente uma testemunha de Jeová com cabelos legais e um apelo inesperado. FASCINANTE

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domingo, 2 de julho de 2017

Como nasceu o primeiro celular com câmera

 Aposto que você sempre se perguntou isso
 

Andando pela grande internet, encontrei esse curta sobre Philippe Kahn e sua invenção quase acidental para compartilhar o nascimento de sua filha em 1997: o celular com câmera.



Pronto, agora você sabe como tudo começou hahaha

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