sexta-feira, 1 de abril de 2011

Confessei ao mar.


Era domingo, mas não um qualquer. Estava ali, sentada com a areia brincando entre os dedos, traçando linhas, presentes e imaginando sorrisos -distantes, muito distantes que não sonham fazer parte deste mundo.

Estava lá sem dúvidas, vendo e sentindo tudo o que estava a volta. E a quem visse, sim, somente a observar tudo de belo que estava a volta. Mas a verdade era outra. Minha cabeça presa em uma data, data essa que não está em nenhum calendário público, é somente minha. Mas que besteira...quem ligaria para uma data tão boba?

Ah eu ligo! mas não ouso confessar aqui o motivo de comemorar o domingo que outrora foi um sábado. Coisas só minhas, que confessei ao mar e torci para ele contar a quem eu gostaria de falar.

Deixa eu aqui continuar desenhando desejos na areia.


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Um comentário:

Felipe Spina disse...

isso ae, aquela relaxada